sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Radio Show: Chegou a hora de sua voz ser ouvida


Rádio Show é o nome do novo programa da ComVida FM 104,9MHz que mobilizará os moradores, empresários, donas de casa, empreendedores, a juventude e a mobilização em geral de nossa cidade, proporcionando entretenimento, informação e debate sobre assuntos do dia-a-dia. 

A estréia será amanhã (23 de fevereiro) no Mercado Municipal, com transmissão ao vivo a partir das 9 horas até o meio-dia, contando com a presença de toda a equipe de comunicadores:

  • Edson Alves e a turma do Coroné, do Programa Show da Manhã.
  • Zete Lacerda e os pastores Fidelis e Wilma Paixão, do Programa Tempo de Vencer.
  • Gleison Souza, do Programa Top Hits.
  • Kelly Cordeiro e Ramon Oliveira, do Programa Conectiva.
  • Léo Câmara, do Programa Top Gospel.
  • Tony Smith, do Programa Estação Livre.

O Programa Rádio Show acontecerá sempre aos sábados, no mesmo horário, mas em bairros diferentes. Para março a programação está prevista para o Bairro Jaderlândia. Participe, essa é a chance de sua voz ser ouvida!

sábado, 9 de junho de 2012

Conferência Livre da Juventude discute propostas para Rio+20 em Rondon do Pará

O Coletivo Jovem de Rondon do Pará e a ComVida Ponto de Cultura realizaram dia 06 deste mês a Conferência Livre da Juventude para a Rio+20, mobilizando os jovens de nossa cidade para debaterem e formularem propostas para a Conferência da ONU e os eventos paralelos, como a Cúpula dos Povos e o Enlace das Juventudes, que acontecerão no Rio de Janeiro a partir do dia 13 deste mês.

Mais de 110 participantes lotaram o Centro Profissionalizante, numa demonstração de que os jovens querem realmente discutir e participar. O interessante foi a presença de alguns professores da Escola Dionísio Bentes e D. Pedro I. A professora de geografia do ensino médio, Meire Figuereido, foi uma das incentivadoras da participação dos jovens, pois ela mesma participou na semana passada da Amazônia+20, junto com mais 12 alunos de suas turmas, um evento que discutiu a Amazônia à luz das discussões da Rio+20, que aconteceu em Belém, capital do Estado.

A Conferência Livre teve palestras de Frank Mainart (AJJO e ComVida) sobre o que é a Rio+20, de Patrícia Ferreira (AJJO e ComVida) sobre o que é o Coletivo Jovem e do estudante do ensino médio Gildeson (Escola Dionísio Bentes) que apresentou uma síntese das discussões da Amazônia+20. O coordenador da ComVida, Fidelis Paixão, fez uma contextualização das discussões que envolvem a Rio+20 e a Cúpula dos Povos, dando destaque às causas estruturais que contribuem para o agravamento da crise socioambiental que o planeta enfrenta.

Divididos em 5 Grupos de Trabalho, os participantes formularam e pactuaram as seguintes 22 propostas dos jovens de Rondon do Pará para a Rio+20:

1. Que os Governos Locais, com apoio Federal, implantem com urgência sistemas de coleta seletiva, acabem com os lixões e criem aterros sanitários com usinas de reciclagem, mobilizando toda a população a cuidar do lixo com o máximo de reaproveitamento;
2. Investimento em tecnologia limpa para diminuir a poluição e a utilização de recursos naturais, forçando a indústria a investir em pesquisa de tecnologia limpa;
3. Elaborar mais programas dos governos centrais, regionais e locais de educação ambiental e conscientização da população para mudanças de hábitos e práticas de consumo;
4. Na Amazônia, onde é feita extração mineral, que seja obrigatório o beneficiamento do minério no próprio Estado e na região, impedindo a exportação de matéria-prima;
5. Os governos e agências financiadoras devem investir mais recursos para estimular a criação de bioindústria na Amazônia e no Pará;
6. Assistência a mães estudantes, com a implantação de creches ou espaços de cuidado de crianças em escolas públicas que possibilite mães solteiras, jovens, casadas ou de qualquer idade, a estudarem;
7. Diminuir em 50% os salários dos governantes eleitos, especialmente no Congresso Nacional, para investir esse recurso em educação;
8. Investir em educação uma parte significativa dos recursos arrecadados na Copa do Mundo e nas Olimpíadas;
9. Aumentar a fiscalização dos educadores nas escolas públicas, envolvendo mais a comunidade, para que o compromisso maior seja com o educando e com a educação;
10. Incluir no currículo escolar mais informações focadas em hábitos de consumo e cuidados com o tratamento e reutilização do lixo;
11. Criar mais Escolas Técnicas e Profissionalizantes públicas, especialmente nas regiões de menor poder aquisitivo, para capacitação dos jovens;
12. As escolas e instituições públicas e privadas, incluindo empresas, promoverem mais eventos diversificados de conscientização e informação sobre sustentabilidade, especialmente focando nas “profissões verdes” nas diversas áreas do conhecimento;
13. Que cada cidade identifique sua vocação e identidade e a partir daí trace um plano de investimento em turismo e informação, envolvendo jovens nessas atividades como fonte de geração de renda;
14. Que cada governo local destine recursos para estimular práticas de reciclagem e de atividades ecologicamente corretas que contribuam para geração de renda;
15. Aprovar uma legislação que obrigue os municípios com mais de 10.000 habitantes a terem pelo menos um Centro Cultural onde se desenvolvam atividades culturais e de lazer, tais como música,
teatro, dança, artes-plásticas etc;
16. Tornar as Conferências Juvenis e a formulação de políticas públicas para a juventude como item obrigatório no planejamento das políticas públicas em todos os Municípios;
17. Tornar obrigatório que toda Escola pública tenha um Ginásio de prática das várias modalidades esportivas, e que a educação brasileira seja revista para incluir o esporte como parte do processo educativo e não como um “anexo” como é atualmente;
18. Ampliação e fortalecimentos dos telecentros e infocentros de inclusão digital em todas as comunidades rurais e nos bairros das cidades, incluindo atividades de capacitação para o mercado de trabalho;
19. Formação de profissionais qualificados para ensinarem nos telecentros e infocentros, não apenas monitores, mas profissionais que possam ensinar programação em níveis mais avançados;
20. Melhorar o processo de uso dos laboratórios de informática nas escolas, hoje a maioria não é utilizada ou é mal utilizada pelos alunos, deve-se capacitar os professores para usarem a informática em todas as disciplinas;
21. Aumentar a acessibilidade à internet em todas as cidades e comunidades, especialmente nas regiões mais carentes, com uma internet de qualidade e gratuita, associada a processos de estímulo e capacitação para uso de software livre;
22. As rádios comunitárias e comerciais devem ter programas voltados para a juventude, com o objetivo de contribuir com a formação ética, social e cultural e não programas de baixa qualidade que estimulem o consumismo, esses programas podem ser produzidos pelos Coletivos Jovens das cidades. 

Participaram da Conferência as seguintes organizações: AJJO - Ajunta Jovem do Ministério Ágape da Restauração, ComVida Ponto de Cultura, Ordem Demolay, Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Dionísio Bentes de Carvalho, Grupo Escoteiro Xavante, Rede Carajás de Educadores Ambientais, Grupo Escoteiro Gavião e Escola Municipal de Ensino Fundamental D. Pedro I.

Agora a responsabilidade de representar os jovens e as propostas de nossa cidade está com aqueles que participarão da Rio+20. São 09 vagas que a Rede Carajás de Educadores Ambientais conquistou para os participantes de nossa região junto com a caravana de educadores ambientais paraenses.

Informe-se mais sobre o Coletivo Jovem de Rondon do Pará e participe.

sábado, 24 de setembro de 2011

Rondon do Pará terá um Grupo de Canto e Tambores

Terminamos nesta sexta-feira (23) a primeira etapa do Projeto "Tamboria e Cantoria", com  a Oficina de construção de instrumentos e musicalização com tambores, que teve a participação de 25 pessoas. A segunda etapa começa na próxima segunda-feira (26) com a Oficina de musicalização com canto (cujas inscrições estarão abertas até dia 28 deste mês de setembro 2011). O objetivo é formar um Coral de Vozes e Tambores como mecanismo de resgate e fortalecimento da cultura local e promoção da inclusão social e cultural. O projeto é realizado pela COMVIDA com o patrocínio da FUNARTE e do Ministério da Cultura, vencedor do prêmio no Edital de Microprojetos na Amazônia. Os instrutores de tambores foram Rui e Perna, de Belém. A professora de música Milany, de Rondon do Pará, será a instrutora de canto. Em 31 de outubro os instrutores de tambores retornam para a finalização, com a junção dos dois grupos culminando com apresentação ao vivo e o lançamento do Grupo de Canto e Tambores "Ecos do Ararandeua".

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ABEL FIGUEIREDO DÁ PASSOS FIRMES PARA IMPLANTAR A GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL

O Município pretende sair da lista dos que mais desmatam a Amazônia e entrar na lista dos que promovem o desenvolvimento sustentável local.

Aconteceu no dia 22 de julho de 2011 a II Conferência Municipal de Meio Ambiente de Abel Figueiredo, organizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente,  que teve por tema “Abel Figueiredo: Desmatamento zero e produção 10! Em busca da sustentabilidade do Município”.

Na ocasião foram discutidos aspectos da gestão ambiental, como: as queimadas e o avanço do desmatamento, a poluição dos mananciais hídricos, o licenciamento de atividades causadoras de impacto local, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), e a promoção do desenvolvimento sustentável local.

A conferência teve como palestrantes o engenheiro agrônomo Zacarias Sousa Costa, técnico ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente – Regional Carajás, que apresentou os passos para o Licenciamento Ambiental Rural (LAR) e Cadastro Ambiental Rural (CAR); já o advogado ambientalista Fidélis Paixão, apresentou os conceitos e os passos para implementação da gestão ambiental focada na promoção do desenvolvimento sustentável local.

Participaram da Conferencia cerca de 50 representantes dos diversos segmentos da sociedade civil local, como produtores rurais, trabalhadores da saúde, trabalhadores da educação, trabalhadores rurais, associações de moradores, associações de produtores e igrejas. O plenário foi organizado por Grupos de Trabalho (foto) que discutiram e apresentaram sugestões que irão subsidiar a elaboração do Plano Municipal de Meio Ambiente e as ações do órgão ambiental municipal.

A Câmara Municipal esteve representada pelo 1º secretário vereador Carlos Amorim (PP), e pelos vereadores Célio Mendes (PP), Nailson Oliveira (PDT) e Joaquim Rodrigues (PT). O vice-prefeito, Jardison Batista, na função de prefeito em exercício, representou o Poder Executivo, junto com o Secretário Municipal de Educação, prof. Elias Santos, que apoiou a coordenação dos trabalhos.

Durante a Conferência foram eleitas as entidades que irão compor o Conselho Municipal do Meio Ambiente, tendo sido escolhidas por maioria de votos: o Sindicato dos Produtores Rurais e a Associação Integrada dos Pequenos e Médios Produtores Rurais, representando o setor produtivo patronal; o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação, representando o setor produtivo laboral; a Igreja Adventista, o Clube de Mães e a Associação Global dos Moradores de Abel Figueiredo, representando as entidades da sociedade civil. A essas organizações irão se juntar um representante da Câmara de Vereadores, dois representantes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e três representantes dos demais órgãos da administração pública municipal que integram o Sistema Municipal do Meio Ambiente.

O Conselho Municipal de Meio Ambiente de Abel Figueiredo, criado pela Lei Municipal 168/2011, formado com maioria da sociedade civil, tem caráter deliberativo e atribuição de estabelecer as normas e diretrizes para a gestão ambiental municipal. 

Com a realização da Conferência, Abel Figueiredo, que tem uma população de 7.000 (sete mil) habitantes, o menor do Estado do Pará e está na lista dos que mais desmatam a Amazônia, o Município cumpre mais uma etapa no seu esforço para descentralizar a gestão ambiental, passando a exercer seu poder de licenciamento e fiscalização e alcançar a meta do desmatamento zero, sair da lista dos que mais desmatam e construir alternativas de desenvolvimento sustentável para a comunidade. Recentemente o Município aprovou sua Lei Ambiental e a Lei de Taxas Ambientais, assinou Termo de Ajuste de Conduta com o Ministério Público Federal e Termo Parceria com a IMAZON, organização não governamental que está coordenando as ações do Programa Municípios Verdes, em conjunto com o Governo do Estado.

A COMVIDA está apoiando essa iniciativa do Município de Abel Figueiredo, através de parceria para execução de atividades de educação ambiental, mobilização comunitária e elaboração dos instrumentos jurídicos para a Gestão Ambiental Municipal. O Projeto “Eu Me Importo Com Tudo Que Deus Criou”, sob coordenação da ComVida e da SEMMA, está promovendo consciência ambiental e cidadã nas Igrejas do Município, junto com atividades de mobilização da sociedade local para a recuperação de áreas degradadas.

O secretário municipal do meio ambiente, Nilton César (foto) afirmou que “o Município está dando passo firmes para descentralizar a gestão ambiental e realizar plenamente suas competências na gestão ambiental”. Ainda segundo ele, o prefeito Hildefonso Abreu está atento às necessidades da política municipal do meio ambiente, apoiando a estruturação do órgão e da equipe técnica, com a contratação recente de uma engenheira agrônoma e uma bióloga e a designação de servidores municipais para integrarem a equipe. 

Para o coordenador da ComVida, Fidelis Paixão, a realização da Conferência Municipal do Meio Ambiente é "um marco na história do Município", por oportunizar a participação da sociedade na formulação da política ambiental municipal e constituir os consensos necessários para transformação da realidade ambiental regional e pactuar os passos para promoção do desenvolvimento sustentável local.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

RIO+20 MOMENTO DE REPENSAR NOSSO MUNDO


O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).

Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban, entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as sequelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia.

O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.

Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na super-exploração do trabalho – em especial o trabalho das mulheres e dos setores mais vulneráveis –, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção – baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.

Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para “reinventar o mundo”, apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.

Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que – partindo das experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas – potencializem sua atuação.

A Rio+20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para um primeiro seminário preparatório desta Cúpula dos Povos, nos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para – juntos e juntas – construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de 2012 e se desdobrará em novas dinâmicas.

Veja informações oficiais da ONU sobre a Rio+20 no site http://www.uncsd2012.org/rio20/ e as informações sobre a participação da sociedade civil brasileira na Rio+20 em http://www.rio2012.org.br/